Frequentemente escutamos a pergunta “O que é o Autismo”? Um transtorno misterioso, cheio de particularidades, totalmente individualizada e se tentarmos defini-lo e em somente uma palavra, não conseguiremos! Devido a sua amplitude e variedade.
O que é Transtorno do Espectro Autista?
Atualmente, o Autismo é conhecido como TEA – Transtorno do Espectro Autista. Por ser tratar de um Espectro os sintomas e suas intensidade apresentadas variam muito e são diferentes de pessoa para pessoa.
O Autismo é um Transtorno do Neurodesenvolvimento. É uma desordem, ou seja, no momento mais precoce da formação do cérebro, ainda na gestação, algumas funções neurológicas não se desenvolvem como deveriam e muitos fatores contribuem para o risco. Essas alterações podem ser percebidas ao longo do desenvolvimento da criança, provavelmente no primeiro ano de vida e com um pico mais evidente em torno de 1 ano e 9 meses, quando as situações ambientais exigirem as respostas adequadas da criança e os prejuízos e atrasos ficarem evidentes.
O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um distúrbio do neurodesenvolvimento, caracterizado por desenvolvimento atípico, manifestações comportamentais, déficits na comunicação e na interação social, padrões de comportamentos repetitivos e estereotipados, podendo apresentar um repertório restrito de interesses e atividades.
Qual é a Causa do Autismo
Muitas pesquisas já foram feitas para tentar estabelecer a causa do autismo. O que podemos afirmar, com certeza, é que uma desordem multifatorial de forte componente genético.
Portanto, significa que tanto a genética da pessoa quanto condições durante a gestação, parto, exposição a substâncias e primeiros anos de vida podem influenciar o desenvolvimento do autismo.
Chances de ter um Filho com Transtorno do Espectro Autista

Fatores de risco para um componente genético
A chance de qualquer pessoa ter um filho autista é de 1 a 2% da população. Quando já se tem um filho com TEA, os irmãos têm um risco 10 a 20 vezes maior de também nascerem com o transtorno.
Isso acontece porque o autismo tem uma forte base genética, mas não é exclusivamente hereditário. Não há um único gene do autismo, mas sim vários genes que podem aumentar a predisposição, além de outros fatores que influenciam.
Em resumo
Vacinas não causam autismo – essa ideia é um mito.
Vacinas não são fatores de risco para o desenvolvimento do TEA
Ter fatores de risco não significa que a criança terá autismo, somente que o risco pode ser um pouco maior.
O acompanhamento adequado fazem uma grande diferença no desenvolvimento da criança.
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Acesse Blog: Cores do Autismo.
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Referência: Livro no fundo do mar.